O secretário de Administração do Estado, Paulo Câmara recebeu em seu gabinete o Superintendente Institucional do CIEE-PE, Germano Coelho e a gerente de Treinamento e Acompanhamento, Ana Patrícia Gomes para discutirem a situação dos aprendizes no Estado de Pernambuco.
O Estado apresenta um dos menores números de Aprendizes no mercado de trabalho, do País. Consequentemente, um dos maiores índices de perda de oportunidades. Estima-se que Pernambuco tenha a capacidade de abrigar 45 mil jovens na modalidade Aprendiz, mas não tem nem 1 mil.
O Governo do Estado não possui regulamentação interna no tocante ao Aprendiz, pelo menos por enquanto, já que o secretário Paulo Câmara ventilou a possibilidade de o Estado vir a ter regulamentação própria. "Já é um ponto de partida", diz.
Para Germano Coelho, uma regulamentação interna colocaria o Governo do Estado como um dos pioneiros no incentivo do programa de aprendizagem no Brasil. "Estamos percebendo uma série de medidas, que vêm de Pernambuco, que estão beneficiando esse caminho de colocação do estudante no mercado de trabalho", observa o superintendente Institucional do CIEE Pernambuco, Germano Coelho.
Em instituições ligadas ao governo do Estado, apenas o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), com 12 e a Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), com 2, possuem aprendizes. O Detran, que já chegou a ter 30 jovens nessa modalidade está estudando a volta da política de contratação dos aprendizes para a instituição.
No Estado, o Programa Aprendiz Legal é executado pelo CIEE Pernambuco, em parceria com a Fundação Roberto Marinho.
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Regulamentação interna para o aprendiz pode ser ponto de partida, afirma Câmara
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